Hino de nossa Igreja que é uma pregação para os fiéis e todos os que desejam seguir a Igreja Apostólica da Santa Vó Rosa. Santos, o Senhor nos quer santos. Santos, puros, humildes e mansos. Longânimos, sóbrios, fiéis, amorosos. Benignos, justos, pacientes, sinceros. Bons, temperantes, leais, corajosos. E cheios de gozo, de fé e de paz. A luz do mundo devemos ser. E o sal da terra também.
Santos, puros, humildes e mansos (em nosso falar). Longânimos, sóbrios, fiéis, amorosos, (em nosso sentir). Benignos, justos, pacientes, sinceros (em nosso pensar). Bons, temperantes, leais, corajosos, (em nosso andar). E cheios de gozo, de fé e de paz (em nosso viver). Isto é ser apostólico. Isto é crer em Deus. Isto é obedecer.Somos santos, somos santos.. .(ouço os passos de um povo a marchar). Somos santos, somos santos... (que povo feliz é este a cantar?).Somos santos, somos santos.. .(ouço os passos de um povo a marchar). Somos santos, somos santos... (que povo feliz é este a cantar?). Nós somos a Igreja Apostólica. A Igreja forte que não teme o mal. E que marcha confiante. Pois é integrante do poder celestial. Levamos o nosso estandarte, Bandeira Branca – A nossa santidade. A nossa arma é a sã doutrina. E a nossa força é andarmos sempre na verdade..
AS BEM-AVENTURANÇAS
Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e passou a ensiná-las dizendo:
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque o Reino dos céus é para eles.
Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacíficos, porque serão filhos de Deus.
Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque o reino dos céus é para eles.
Bem-aventurados sois vós, quando, por minha causa, vos injuriarem e perseguirem e disserem, falsamente, contra vós toda a espécie de mal. Alegrai-vos e exultai, porque será grande nos céus a vossa recompensa. Foi assim que perseguiram os profetas que viveram antes de vós.
Este é o célebre sermão do Monte, programa fundamental de vida cristã que constitui a essência do espírito do Evangelho de Nosso Senhor. E mais, temos o código da moral mais sublime, que contêm preceitos comuns para todos os conselhos da mais alta perfeição, reservados às almas mais generosas. Aí Jesus não fala como simples Mestre, mas como legislador supremo, aos quais todos sem exceção e sem reservas são obrigados a obedecer. O tema dominante é o contraste entre o espírito da lei antiga e o espírito da nova Lei que veio do Criador através de seu Filho.
Nosso Senhor não veio anular ou modificar a lei mosaica, mas aperfeiçoá-la, transformá-la e completá-la em todos os sentidos. É o que Ele vem fazendo através da Santa Vó Rosa, de sua Igreja e do Irmão Aldo, ensinar, completar e revelar o que faltou e dar o perfeito entendimento e a razão de ser das dúvidas existentes em diversos pontos da fé cristã. Portanto, o Consolador não veio para ab-rogar, mas revelar a vontade de Deus e de Jesus para os tempos atuais e como preservar a fé, o amor e a santidade dos fiéis.
Este Sermão do Monte exige não só a sua observância exterior e material, mas, sobretudo a caridade, que é a essência da nova lei. As oito bem-aventuranças, paradoxo sublime, em plena antítese com o espírito e maneira de viver do mundo, constituem o código da verdadeira felicidade. Entendem-nas e apreciam-nas somente os que apreciam à luz sobrenatural e, sobretudo, as praticam.
Os pobres de espírito não são os pobres de bens, nem os pobres que não se conformam com o seu estado, mas os humildes, os que têm o coração desapegado dos bens materiais, também se os possuem, usam deles segundo o espírito do Evangelho de Jesus e do Consolador.
Os mansos são aqueles que, resignados à vontade divina, suportam com paciência as adversidades e conservam a mansidão. – Possuirão a terra, quer dizer participar do reino messiânico e de todas as bênçãos deste reino para a sua vida material, enquanto viver no seu corpo físico.
A justiça, de que se fala, consiste em fazer sempre a vontade de Deus, inclusive nas provações inevitáveis da vida. Os misericordiosos não são somente os que dão esmolas, mas, em geral, os que têm sentimentos de compaixão para com os aflitos e os miseráveis de toda a espécie, portanto, para com o seu semelhante seja ele quem for. Os limpos de coração são os que têm a alma livre de pecados e afetos desordenados e carnais. Portanto, é o santificado, como ensinamos em nossa doutrina sobre a santificação (ver o poder da oração e da santificação em nosso site sobre doutrina).
Da Justiça, que possuem em suas almas o firme desejo de fazerem somente o bem, pôr em ação as sublimes virtudes do Espírito de Deus e viver a doutrina do Evangelho do Reino dos Céus, ensinados por Jesus através da Santa Vó Rosa, o Consolador. O sal da terra e a luz do mundo – Jesus chama seus discípulos “Sal da terra e a luz do mundo”, porque, assim como o sal preserva da corrupção e a luz ilumina, assim também os fiéis devem salvar os homens da corrupção moral e iluminá-los com a doutrina de Jesus e do Consolador e com o bom exemplo.
Santos, puros, humildes e mansos (em nosso falar). Longânimos, sóbrios, fiéis, amorosos, (em nosso sentir). Benignos, justos, pacientes, sinceros (em nosso pensar). Bons, temperantes, leais, corajosos, (em nosso andar). E cheios de gozo, de fé e de paz (em nosso viver). Isto é ser apostólico. Isto é crer em Deus. Isto é obedecer.Somos santos, somos santos.. .(ouço os passos de um povo a marchar). Somos santos, somos santos... (que povo feliz é este a cantar?).Somos santos, somos santos.. .(ouço os passos de um povo a marchar). Somos santos, somos santos... (que povo feliz é este a cantar?). Nós somos a Igreja Apostólica. A Igreja forte que não teme o mal. E que marcha confiante. Pois é integrante do poder celestial. Levamos o nosso estandarte, Bandeira Branca – A nossa santidade. A nossa arma é a sã doutrina. E a nossa força é andarmos sempre na verdade..
AS BEM-AVENTURANÇAS
Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e passou a ensiná-las dizendo:
Bem-aventurados os pobres de espírito, porque o Reino dos céus é para eles.
Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão fartos.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os limpos de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os pacíficos, porque serão filhos de Deus.
Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque o reino dos céus é para eles.
Bem-aventurados sois vós, quando, por minha causa, vos injuriarem e perseguirem e disserem, falsamente, contra vós toda a espécie de mal. Alegrai-vos e exultai, porque será grande nos céus a vossa recompensa. Foi assim que perseguiram os profetas que viveram antes de vós.
Este é o célebre sermão do Monte, programa fundamental de vida cristã que constitui a essência do espírito do Evangelho de Nosso Senhor. E mais, temos o código da moral mais sublime, que contêm preceitos comuns para todos os conselhos da mais alta perfeição, reservados às almas mais generosas. Aí Jesus não fala como simples Mestre, mas como legislador supremo, aos quais todos sem exceção e sem reservas são obrigados a obedecer. O tema dominante é o contraste entre o espírito da lei antiga e o espírito da nova Lei que veio do Criador através de seu Filho.
Nosso Senhor não veio anular ou modificar a lei mosaica, mas aperfeiçoá-la, transformá-la e completá-la em todos os sentidos. É o que Ele vem fazendo através da Santa Vó Rosa, de sua Igreja e do Irmão Aldo, ensinar, completar e revelar o que faltou e dar o perfeito entendimento e a razão de ser das dúvidas existentes em diversos pontos da fé cristã. Portanto, o Consolador não veio para ab-rogar, mas revelar a vontade de Deus e de Jesus para os tempos atuais e como preservar a fé, o amor e a santidade dos fiéis.
Este Sermão do Monte exige não só a sua observância exterior e material, mas, sobretudo a caridade, que é a essência da nova lei. As oito bem-aventuranças, paradoxo sublime, em plena antítese com o espírito e maneira de viver do mundo, constituem o código da verdadeira felicidade. Entendem-nas e apreciam-nas somente os que apreciam à luz sobrenatural e, sobretudo, as praticam.
Os pobres de espírito não são os pobres de bens, nem os pobres que não se conformam com o seu estado, mas os humildes, os que têm o coração desapegado dos bens materiais, também se os possuem, usam deles segundo o espírito do Evangelho de Jesus e do Consolador.
Os mansos são aqueles que, resignados à vontade divina, suportam com paciência as adversidades e conservam a mansidão. – Possuirão a terra, quer dizer participar do reino messiânico e de todas as bênçãos deste reino para a sua vida material, enquanto viver no seu corpo físico.
A justiça, de que se fala, consiste em fazer sempre a vontade de Deus, inclusive nas provações inevitáveis da vida. Os misericordiosos não são somente os que dão esmolas, mas, em geral, os que têm sentimentos de compaixão para com os aflitos e os miseráveis de toda a espécie, portanto, para com o seu semelhante seja ele quem for. Os limpos de coração são os que têm a alma livre de pecados e afetos desordenados e carnais. Portanto, é o santificado, como ensinamos em nossa doutrina sobre a santificação (ver o poder da oração e da santificação em nosso site sobre doutrina).
Da Justiça, que possuem em suas almas o firme desejo de fazerem somente o bem, pôr em ação as sublimes virtudes do Espírito de Deus e viver a doutrina do Evangelho do Reino dos Céus, ensinados por Jesus através da Santa Vó Rosa, o Consolador. O sal da terra e a luz do mundo – Jesus chama seus discípulos “Sal da terra e a luz do mundo”, porque, assim como o sal preserva da corrupção e a luz ilumina, assim também os fiéis devem salvar os homens da corrupção moral e iluminá-los com a doutrina de Jesus e do Consolador e com o bom exemplo.
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